Resumo sobre movimentos sociais
Como o próprio nome diz, os movimentos sociais são sobre movimentação, transformação, mudança. São ações coletivas que têm como intenção a transformação social ou a manutenção de determinada ordem social. Alguns movimentos, ainda, reivindicam a volta de modelos de vida que já existiram. Por isso, os movimentos sociais sempre têm um caráter político. Eles têm correlação com o Estado, seja se opondo a ele ou promovendo apoio.
No Enem e vestibulares caem questões tanto sobre os movimentos sociais clássicos quanto os contemporâneos. Os movimentos sociais clássicos são aqueles que surgem no século XIX e XX. Estão relacionados à organização dos trabalhadores diante da instituição do capitalismo e da industrialização. Lutam contra as desigualdades sociais e condições de trabalho.
Nesse momento, as lutas estão travadas entre dois grupos, ou classes sociais: os burgueses e os proletários. Os movimentos sociais dessa época se organizam, principalmente, por meio da greve.
Em 1960, ocorre uma ebulição de movimentos sociais. Nesse período, a sociedade capitalista também passa por mudanças. Outras questões, que não puramente de ordem econômica, emergem de maneira central para disputas, lutas e reivindicações de direitos e espaço.
São exemplos desses movimentos sociais: movimento feminista, movimentos estudantis, movimento negro, movimento ambientalista, movimento LGBT, etc. Todos eles trazem outras questões para manifestação social. Vale lembrar que, nessa época (anos 1960), a América Latina passava por ditaduras militares. Nesse contexto, os movimentos sociais atuavam contra os regimes vigentes.
A partir de 1990, surgem novas configurações de movimentos sociais que trazem outras questões para debate. Esses movimentos começam a utilizar a internet para promover a conscientização e mudanças sociais.
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